Quantos filhos comemoram hoje o dia tão especial, outros apenas choram a saudade da perda e uns fingem que é apenas mais um domingo, afinal desconhecem a figura paterna.
Estes não podem sentir saudade do
que não tiveram, tem noção do que é pois vivem em sociedade e essa convivência mostra
essa relação entre pais e filhos.
Neste dia, sinto uma falta daquele
que tanto me ensinou, me carregou no colo; mesmo já grandinha, adorava que eu
passasse a mão no seu bigode e ele fingia que ia comer minha mão.
Todo pai deveria ser o herói de seu
filho, são eles que nos ajudaram na formação do caráter e personalidade, são
fortes, nos salvam do perigo, ganham dinheiro... são trabalhadores.
Através da saudade que dói,
reverencio todos os pais que exercem seu papel, que curtem seus filhos, que
criam com amor incondicional.
Aprendi com meu grande amor que, não
é preciso ser rico, poderoso para ser feliz, um grande vencedor. É preciso sim,
valorizar a simplicidade, viver e agradecer o que tem.
De onde estiver ele sabe como eu o
amei, como ele faz tanta falta em minha vida, quantas vezes quis ouvir: “calma
filha, tudo passa”.
Hoje gostaria de ter um tempinho a
mais com ele e cochichar em seu ouvido: meu herói, me coloque em seu colo, me faz
um carinho e mais uma vez me diga: eu te amo.
Como dói essa saudade!
Márcia Coutinho
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