Entre idas e vindas. Entre encontros e reencontros vamos
construindo a nossa história. Aprendemos a valorizar cada conquista e a refazer
quantas vezes for preciso os nossos fracassos.
Superamos as quedas. Reconstruímos nossa história, capítulo
por capítulo como se fosse uma grande história de aventura, onde o final é
desconhecido.
Fazemos dos dias um novo texto, com títulos que nos remetem
a uma história. Que nos descrevem como mocinhos ou bandidos; onde as batalhas
se fecham em buscam de um grito de paz.
Mas, nem toda história tem final feliz. Isso acontece porque
muitas vezes deixamos que outras pessoas rabisquem as nossas páginas. Essas
rasuras em um determinado momento farão com que percebamos o quanto deixamos
nossas vidas à mercê dos outros.
É preciso aprender a caminhar sozinho, sem depender tanto
dos outros, é preciso acreditar mais em nós mesmos, ter rédeas de nossa vida e ter
a tranquilidade de assumir as responsabilidades por nossas decisões.
Não queira bancar o esperto, o dono da verdade, o sabe tudo.
Todos nós temos que aprender e ensinar um pouco.
Em nossa vida passam diversas pessoas. Umas permanecem,
outras partem, algumas fazem apenas parte de nossa história. Mas uma coisa
todas tem em comum: deixaram um aprendizado.
Eu sou a minha história.
Márcia Coutinho
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